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Conheça os celulares mais radioativos dos Estados Unidos

Valor é calculado com o aparelho encostado no ouvido. Presença na lista não significa problemas à saúde do usuário.


Uma lista divulgada pelo site CNET revelou os 20 celulares mais radioativos atualmente no mercado norte-americano, assim como os aparelhos que emitem os menores níveis registrados. O primeiro lugar ficou com o Motorola Bravo, enquanto o Samsung Blue Earth ocupou a última colocação.
O número levado em conta é o do teste de absorção de energia (SAR), um valor calculado a partir da exposição do usuário à radiofrequência emitida por eletrônicos durante o uso, com o aparelho encostado no ouvido do usuário. O limite do SAR nos Estados Unidos é de 1,6 watts por quilograma (W/kg), enquanto países como o Brasil e a Nova Zelândia fixaram o valor em 2 W/kg.
O Bravo ficou com um SAR de 1,59, enquanto o Blue Earth ficou apenas com 0,196. O site adverte ainda que a lista é divulgada por pura curiosidade – e que as posições mais elevadas não significam necessariamente que o celular causa danos à saúde do usuário, já que os testes na área ainda são muito especulativos.
São levados em conta apenas telefones vendidos nos Estados Unidos e que não foram descontinuados pelos fabricantes. Veja a lista com os primeiros vinte celulares abaixo:
  1. Motorola Bravo
  2. Motorola Droid 2 Global
  3. Sony Ericsson Satio (Idou)
  4. Sony Ericsson Xperia X10 Mini Pro
  5. Kyocera Jax S1300
  6. Motorola i335
  7. Nokia Astound
  8. Motorola Defy
  9. Motorola Grasp
  10. ZTE Salute
  11. LG Rumor 2
  12. Motorola Droid
  13. Sanyo Vero
  14. Motorola Droid 2
  15. HTC Desire
  16. LG Chocolate Touch
  17. Motorola Atrix 4G
  18. Kyocera Wild Card M1000
  19. Kyocera X-tc
  20. Motorola i576
     Fonte da imagem: Divulgação / Motorola
     FONTE: BAIXAKI
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    Como funcionam as diferentes memórias quando o computador está em uso

    Conheça a trajetória que os dados percorrem no sistema e onde eles são armazenados para serem usados no futuro.

    O computador é uma poderosa máquina de armazenamento de dados. Qualquer programa, página da internet ou arquivo aberto fica registrado de alguma forma, em algum local do aparelho. Assim como em nós usuários, a memória é uma das mais bem desenvolvidas funções do sistema.
    Mas quando o assunto é a memória virtual, qual é a primeira – e às vezes única – coisa em que pensamos? Sem dúvidas, a RAM é o arquivo de dados mais famoso do sistema. É possível encontrar facilmente essa expressão registrada nas informações a respeito de um computador à venda ou nos requisitos para rodar um jogo ou software.
    O que você pode não saber é que a RAM representa apenas um componente de uma série de sistemas responsáveis por acomodar todas as informações digitais necessárias sem perdê-las de vista.
    Algumas dessas regiões são termos bastante utilizados no cotidiano da informática, até por usuários menos experientes: cache, ROM, HD, BIOS. Cada uma possui um papel específico e um momento certo para ser utilizada.
    A quantidade de setores pode parecer exagerada, mas compensa. Se a máquina precisasse consultar apenas o disco rígido, por exemplo, ele teria que ser bem mais poderoso – e todo o processo seria muito lento.
    Para compreender melhor o funcionamento do seu PC, vale a pena conhecer o caminho percorrido pelos dados e em que memórias eles podem se alojar para facilitar o trabalho do processador. O Tecmundo explica quais são e como agem essas memórias enquanto o aparelho está funcionando.

    Longa jornada

    O fluxo de informações em seu computador é bastante intenso, mesmo que ele esteja em baixo funcionamento. Muitos dados são recebidos pelo processador, que precisa rapidamente se livrar deles para poder receber outro pacote sem sobrecarregar-se.
    Para isso, a CPU conta com as diferentes memórias, sempre operando para trafegar os dados o mais rápido possível, em um processo que ocorre em ciclos – e que pode ser resumido da seguinte maneira:
    • O processador necessita de dados que já existem no computador;
    • A memória cache, que tem as instruções mais requisitadas, é o primeiro local consultado;
    • Se a resposta do cache for negativa, a CPU recorre à memória RAM (ou ao disco rígido, caso ela já esteja lotada);
    • Os dados são enfim repassados ao processador, lidos e reescritos em uma das memórias para consultas futuras.

    CPU, o ponto de largada

    A unidade central de processamento (ou processador) é a parte do sistema responsável por executar as tarefas indicadas pelo usuário. Através de inúmeros cálculos e consultas a dados, é ela a responsável em fazer funcionar o software que você deseja utilizar, por exemplo.
    Mas e se você deseja abrir novamente o mesmo programa? Toda a informação teria que ser calculada e processada mais uma vez, gastando um tempo desnecessário e consumindo mais energia da sua CPU. Para isso, ela utiliza as tais memórias espalhadas pelo hardware, sendo que cada uma tem especificidades e alvos determinados.

    Cache, a parada rápida

    O cache é a memória mais leve e rápida do seu sistema, para onde vão as informações temporárias que precisam ser processadas mais rapidamente. Essa é a primeira opção de abrigo de dados, pois possui comunicação direta ou muito próxima com o processador.
    Apesar da eficiência, ele é um espaço de arquivamento relativamente pequeno, sendo medido em KBs ou MBs. Por isso, sua principal função é apenas a de guardar os resultados das operações do processador, que são fornecidos à medida em que ele funciona.
    Sua criação partiu justamente da necessidade de abrigar tais resultados sem gastar espaço de outras memórias e obter uma resposta imediatamente após requisitá-la, fazendo com que sua latência seja quase nula. Quando o processador deseja acessar uma informação, lá é o primeiro local de busca. Se o cache a tiver entre seus arquivos (quando ocorre o chamado cache hit), a varredura termina e o dado é executado imediatamente.
    O cache é dividido em níveis, de acordo com sua capacidade e proximidade com a CPU. Os dados do nível 1 são menores, porém de fácil acesso (atingindo até mesmo o dobro da velocidade da memória central). No nível 2 não há tanta rapidez, mas a transmissão ainda não é comprometida. As demais camadas seguem o mesmo princípio.
    Todas elas estão sempre em uso, mas nem sempre se encarregam de todo o armazenamento. Além disso, não é possível aumentar o tamanho da memória cache sem substituir o processador. Alguns dados são maiores e mais importantes, portanto precisam de uma central de acesso mais dinâmica e poderosa.

    RAM, a estação principal

    A RAM (memória de acesso aleatório, em tradução literal) permite que você acesse dados de forma não sequencial, além de ser relativamente rápida em comparação ao próximo método. É ela a responsável por guardar algumas informações do sistema operacional, de softwares em uso e os processos em atividade, uma quantidade de dados muito maior do que o cache poderia suportar.
    Quando você está jogando, por exemplo, é ela a responsável por acessar as texturas, animações e outros dados contidos para que o game rode sem problemas. É uma enorme quantidade de informação, que utiliza boa capacidade do seu processador e possui uma latência maior que a memória cache.
    Seu ponto negativo é o mesmo do cache: é uma memória temporária e volátil, que tem suas informações perdidas quando o computador é desligado. Mas nem toda RAM é capaz de salvar seu computador: isso depende bastante do modelo e também do uso que você faz da sua máquina (jogos ou trabalho, por exemplo). Algumas não são poderosas o suficente para suportar os dados atrabuídos a ela, fazendo com que o processador recorra à outra alternativa.
    Os dados que devem permanecer no sistema de qualquer maneira precisam de uma memória que não seja volátil, mas que consiga aguentar um alto fluxo de informações. É aí que entra outra parte vital do computador, o popular HD.

    Disco rígido, o ponto final

    Armazenar memórias temporárias acaba sendo um trabalho para o HD em último caso, mesmo não sendo essa a sua principal função. Em formato de memória virtual, ele executa e registra os dados de forma mecânica, diferente do método eletrônico das demais, tornando esse processo mais lento.
    Nele normalmente estão os arquivos que não são perdidos a cada boot, como músicas e fotos. Eles são acessados com frequência pelo usuário, mas não pedem uma velocidade de leitura tão absurda como os processos do sistema.
    Segundo o Terry’s Computer Tips, para efeito de comparação, acessar um dado a partir do disco rígido leva cerca de 0,013 segundos, enquanto o mesmo dado a partir da RAM chega em 0,000.000.01 segundos. Para compensar, o HD possui a maior capacidade entre as memórias citadas anteriormente.
    Portanto, esteja atento se o seu computador precisar utilizar o disco rígido para armazenar memória: esse pode ser um sintoma de que seu PC já está saturado de arquivos, fazendo com que a máquina apresente uma forte lentidão e travamentos constantes.
    Uma desfragmentação do disco ou a remoção de arquivos e aplicativos que não estão mais em uso pode ajudar nesse caso, mas o ideal é que a máquina nunca atinja esse estado crítico. Quando isso ocorre, o sistema avisa o usuário sobre a situação, para que ele a resolva o mais rápido possível.

    E a ROM?

    Por não ter a capacidade de armazenar memória constantemente, mas apenas disponibilizá-la para uso, a memória ROM (memória de apenas leitura, em tradução literal) não se encaixa no processo de captação de dados processados mostrado neste artigo. Mesmo assim, vale a pena citá-la, pois a ROM guarda algumas informações vitais de alguns softwares e é bastante requisitada durante o uso do sistema.

    FONTE: BAIXAKI
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    Celulares podem não causar câncer cerebral

    Estudos da Universidade de Manchester afirmar que exposição a frequências de rádio podem não aumentar as chances de desenvolver a doença.

    Usá-lo talvez não cause danos à sua saúde
    Uma busca feita no Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unido por pesquisadores da Universidade de Manchester verificou que não se pode afirmar que há ligação entre câncer cerebral e uso de telefones celulares. O estudo consistiu em analisar o número dos casos a partir da década de 1990, quando se iniciou o uso destes dispositivos entre a população inglesa.
    Segundo o CrunchGear, o doutor Franck de Vocht, chefe do grupo de pesquisadores, classificou como “improvável” uma possível “ligação de causalidade entre o uso de telefone celular e o câncer é improvável". E ele diz isto após verificar que não houve aumento significante de casos da doença desde que celulares começaram a ser usados e se proliferaram rapidamente, a partir de 1998.
    Apesar de não estar comprovado que há ligação direta entre a doença e o crescente uso de telefones móveis, o doutor Vocht afirma que aumentou a taxa de câncer no lobo temporal no período que vai de 1998 até 2007, espaço de tempo em que os celulares tomaram conta de 65% dos lares britânicos. Contudo, “se o uso de celulares contribuiu para estes casos de dano cerebral, o fez com apenas um caso adicional a cada 100 mil pessoas em uma década” garante o médico.
    O pesquisador pondera que não se pode excluir a possibilidade de que haja pessoas suscetíveis a doenças devido à radiofrequência, nem mesmo que algum câncer raro tenha seu desenvolvimento impulsionado por esta exposição. O que ele afirma, porém, é que não se torna urgente medidas de redução da exposição à frequências de rádio emitidas por telefones celulares.


    ( FONTE: BAIXAKI )

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    Como achar qualquer vídeo no YouTube mais rápido!

    Procure vídeos no YouTube com mais facilidade
    Fonte da imagem: textually.org
    O YouTube trouxe mudanças significativas na maneira de interagirmos com a internet. A popularidade do site cresceu muito desde o primeiro vídeo enviado para o YouTube, em abril de 2005, chegando a receber cerca de dois bilhões de visualizações por dia em 2010. Para ter uma ideia da fama do site, essa marca de audiência é maior do que a soma da audiência das três principais emissoras de TV dos Estados Unidos.
    A cada segundo, dez novos vídeos são enviados para o YouTube. São pessoas, organizações e empresas do mundo todo, anônimos e famosos, divulgando ideias, produtos e momentos de suas vidas ou do cotidiano de diversas cidades ao redor do globo.
    Às vezes é difícil encontrar o vídeo certo no meio de tanto conteúdo, mesmo por meio do campo de buscas do site. E já que a Google comprou o YouTube em 2006, é de se esperar que o serviço de vídeos online guarde alguns truques para a realização dessas buscas, certo?

    Encontre o vídeo certo!

    Opções de pesquisa
    Antes de qualquer coisa, você já deve ter percebido o item “Opções de pesquisa”, que aparece acima do resultado de uma busca. Ao clicar nele, o usuário tem acesso a uma lista de filtros que podem ser usados para refinar a pesquisa. É possível, por exemplo, ordenar os vídeos do resultado por relevância, data de envio, número de exibições e avaliação.
    Além disso, você pode filtrar o resultado de acordo com a categoria em que os vídeos se encontram, o tempo de duração e características da filmagem ou dos recursos disponibilizados por quem enviou o vídeo, como a possibilidade assistir ao vídeo com legendas ou em alta definição (HD).
    Outra opção importante está na primeira coluna, “Tipo de resultado”. Nela é possível delimitar a busca apenas a vídeos, canais ou listas de reprodução.  Ao pesquisar vídeos de um site ou outro provedor de conteúdo, é sempre aconselhável acessar a página do canal oficial do site, pois assim você terá a certeza de estar procurando pelo vídeo original, sem dublagens falsas e outras modificações, além de ter a facilidade de poder realizar uma busca dentro do canal especificado:
    Página do canal oficial do Baixaki
    Existem também alguns operadores de buscas, similares aos utilizados no Google, que podem ajudar a melhorar o resultado de sua pesquisa.

    Busca exata

    Ao pesquisar por uma frase ou expressão no YouTube, o site poderá interpretar independentemente as palavras que compõem essa frase, retornando vídeos que pouco têm a ver com a busca realizada. Mas se você digitar a frase entre aspas, forçará o YouTube a buscar pela frase exata, com as palavras na mesma ordem em que você as estabeleceu.
    Quer um exemplo? Busque no Youtube pela expressão “navegar na internet”, sem o uso de aspas. Se você prestar atenção, perceberá que entre os resultados o YouTube também inseriu as expressões “navegar pela internet”, “navegar em internet”, “navegando anônimo na internet” etc.
    Utilize as aspas para pesquisar pela expressão exata.
    Mas se você delimitar a expressão com aspas verá que o mecanismo de busca procura pela frase exata, com as palavras na mesma ordem em que foram definidas por você. Se sem usar as aspas encontramos 3,1 mil resultados, ao delimitar a pesquisa o número abaixa para 165, tornando bem mais fácil encontrar o vídeo que você procura.
    Porém, temos aí mais uma condição que pode ser filtrada: a busca do YouTube não se limita apenas ao título, mas também à descrição dos vídeos. E com isso chegamos ao nosso segundo operador de buscas avançadas!

    Considere apenas o título

    Existe uma maneira de forçar o mecanismo de busca a considerar uma palavra-chave ou uma expressão apenas se ela aparecer no título do vídeo. Para isso, basta usar os operadores “intitle” ou “allintitle”. Sendo assim, para tornar a pesquisa do exemplo anterior mais relevante, poderíamos usar como busca a expressão “navegar intitle:internet”. Ou, para que o resultado seja ainda mais filtrado, “allintitle:navegar na internet”:
    Use o operador allintitle para facilitar a pesquisa
    Ao especificarmos a pesquisa com esse operador, reduzimos ainda mais os resultados: de 165 para apenas 40 itens como resultado. Com esse número poderíamos até procurar manualmente pelo vídeo desejado.

    Excluir ou adicionar resultados

    Operadores + e -
    Caso uma das palavras-chave que você tenha digitado acabou excluída da pesquisa, você pode forçar o YouTube a considerá-la, adicionando o sinal de adição (“+”) antes dela. De maneira similar, você também pode remover alguns termos do resultado, evitando assim que o site retorne resultados irrelevantes para você.
    No exemplo da imagem acima, por exemplo, pesquisamos por vídeos sobre a Copa do Mundo que contenham o termo Brasil ("+brasil"), mas não 2010 ("-2010").

    ...

    Com essas dicas fica mais fácil encontrar qualquer vídeo no YouTube. Certamente existem outros operadores que podem ser usados nas pesquisas, mas infelizmente eles não estão documentados no site. Caso você conheça outros truques para facilitar a pesquisa de vídeos, não se esqueça de compartilhar com o pessoal na seção de comentários!
    Também vale a pena lembrar que esses operadores podem ser usados em pesquisas no Google, portanto você também pode usar este guia para encontrar sites mais facilmente.



    ( FONTE: BAIXAKI )
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    CURIOSIDADE - Quanto ganham os profissionais de TI no Brasil ?



    Cursar um mestrado ou um MBA pode ser uma excelente opção para os profissionais que atuam na área de TI no País. Pelo menos, essa é a conclusão de uma pesquisa salarial e de benefícios realizada pela empresa de recrutamento Catho Online. O levantamento indica que, na área de tecnologia da informação, a média de salários é proporcional à formação.

    A Catho constatou que, em média, um profissional de TI no Brasil com mestrado recebe R$ 9.288, enquanto esse valor é de R$ 8.697 entre os que possuem MBA e de R$ 5.971 para os que cursaram uma pós-graduação/especialização. Já entre as pessoas da área de tecnologia da informação que apresentam apenas o curso universitário, a média salarial fica em R$ 3.920,00, caindo para R$ 2.272 no caso dos que não concluíram a universidade.

    Para chegar a esses valores, o estudo consultou profissionais dos mais diversos níveis (estagiários/trainnes, assistentes, auxiliares, consultores, supervisores, gerentes e diretores), em todo o território nacional.

    Ainda de acordo com o levantamento, um diretor de TI hoje no País recebe, em média, R$ 15.354, enquanto que um gerente apresenta salário de R$ 9.043 e um supervisor apresenta rendimento de R$ 5.924 (veja tabela completa no final da página).

    Leia também: Entidade pede piso salarial para analistas, programadores e gestores de TI


    Média salarial para profissionais de TI, de acordo com o nível de ensino:*



    *Fonte: Pesquisa Salarial da Catho Online (2011)

    Média salarial por cargo (setor de TI):*



    * Fonte: Pesquisa salarial da Catho Online (2011)-(OLHAR DIGITAL)
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    Como funciona o cartão de crédito

    Entenda quais são as tecnologias empregadas nos pagamentos realizados com cartões de crédito



    Você consegue imaginar sua vida sem cartões de crédito? Até 1950 todos precisavam fazer isso, pois as únicas formas de realizar transações bancárias e pagamentos eram por meio de dinheiro ou talões de cheque (que hoje são muito pouco utilizados). Não existia a comodidade dos pagamentos com um pequeno pedaço de plástico.
    Em 1920 já existiam alguns “cartões” de crédito, que eram, na verdade, acordos realizados entre comerciantes e alguns poucos clientes que podiam fazer compras e as pagar apenas no final do mês. Esta prática ainda existe e é bastante utilizada em estabelecimentos de menor movimento, como lojas e restaurantes de bairro.
    Já na década de 50 começaram a surgir os primeiros cartões propriamente ditos. Logicamente eles não contavam com toda a tecnologia que apresentam hoje: os comerciantes tiravam cópias dos cartões, clientes assinavam estas cópias e, assim, autorizavam os bancos a realizarem os pagamentos para os comerciantes.
    Cartões também são conhecidos como dinheiro eletrônico

    Os cartões eletrônicos

    Atualmente, os cartões de crédito possuem avançadas tecnologias que garantem a segurança e a comodidade dos portadores. As transações eletrônicas também dão mais segurança para quem aceita pagamentos com os cartões, pois caso o banco não aprove a compra, a negação da transação sai na hora. Logo, o comerciante não perde dinheiro.
    Mas nem todo mundo entende como são realizados os processos de transação bancária por cartões de crédito. E é por essa razão que o Baixaki preparou este artigo. Mas antes de explicar o funcionamento das transações entre consumidores e comerciantes, vamos entender um pouco mais do funcionamento dos cartões.

    O que são as numerações?

    Pegue seu cartão. Já reparou que os números dele não fazem nenhum sentido com relação aos números da sua conta e agência? É porque todos aqueles algarismos seriados na verdade não representam seu cadastro na sua agência, mas o seu código e o do seu banco em relação aos registros mundiais das empresas de crédito.
    Como funciona o cartão de crédito
    Por exemplo: caso seu cartão de crédito comece com o número “4984”, você possui um cartão Visa por meio de uma conta vinculada ao Banco do Brasil. Os dois próximos algarismos também fazem parte da identificação bancária, mas eles podem variar de acordo com a necessidade da verificação.
    O que é essa verificação? Há uma série de cálculos que são realizados para que a criação dos cartões não fuja de um padrão. Multiplicando todos os algarismos de locais ímpares por dois, separando os resultados que passem de 10 (16, por exemplo, torna-se 1 e 6) e somando os algarismos de locais pares. O resultado final precisa ser múltiplo de 10.
    Logo após estes seis primeiros numerais, há mais 7 algarismos que representam o cadastro do portador nos registros da bandeira. Por último (em cartões com 16 algarismos) vem o digito de verificação, que é muitas vezes pedido em compras virtuais ou cadastros para serviços que exijam a inserção de cartões.
    Numerações exclusivas de cada cartão
    Um detalhe que é interessante ser observado é a representação do primeiro número dos cartões. Ele representa o tipo de instituição que realiza a mediação entre consumidor e empresa de crédito:
    • 1: alguns setores da indústria;
    • 2: empresas aéreas;
    • 3: empresas áreas e indústria relacionada;
    • 4, 5 e 6: instituições bancárias;
    • 7: empresas de petróleo;
    • 8: telecomunicações;
    • 9: empresas nacionais.

    Faixas magnéticas: quase aposentadas

    Por baixo da parte visível, há três linhas magnéticas que são responsáveis pela codificação dos dados bancários dos correntistas, por exemplo. Estas linhas dividas em muitas pequenas barras que são magnetizadas para sul ou norte, fazendo com que cada conjunto represente uma numeração diferente.
    Grande parte dos terminais eletrônicos, instalados em estabelecimentos comerciais, ainda possui suporte para a leitura das faixas magnéticas (aquelas que ficam na parte traseira dos cartões). Mas com o passar do tempo, estas faixas vão perdendo a importância, pois grande parte dos bancos as está trocando por chips.

    Chip: mais segurança para você

    Alguns cartões possuem também chips em um dos lados do plástico e nele ficam armazenados vários dados criptografados pela fabricante. Sempre que for utilizado para realizar alguma compra, os dados são cruzados com as informações enviadas pelas instituições bancárias para que haja mais segurança na transação, ou seja, menos chances de clonagens.
    Chips trazem mais segurança
    Fonte da imagem: MasterCard
    Há várias vantagens dos chips sobre as faixas. A principal delas está na necessidade de senha para ativação. Cartões de crédito mais antigos só precisavam da parte física e de uma assinatura para serem aceitos. Hoje, a assinatura é dispensada, mas em troca surgiu a exigência do código de ativação para cruzamento de dados e posterior autorização.

    Depois da senha: a transação

    Assim que o botão verde dos terminais eletrônicos é apertado, uma série de ações são realizadas para que o banco autorize a sua compra. Primeiro, o terminal envia dados criptografados com a senha de acesso do cartão utilizado até a central da empresa que forneceu o crédito utilizado (Visa ou MasterCard, por exemplo).
    Como funcionam as transações
    Fonte da imagem: MasterCard
    Caso seja aprovada a compra, a informação é redirecionada para o terminal do estabelecimento e o portador pode ir para casa com sua nova televisão, outra vez um exemplo. Assim termina a função do consumidor, que só volta à cena na hora de pagar sua fatura do cartão de crédito.
    Mas a movimentação financeira ainda não terminou, pois o vendedor não pode ficar apenas com um comprovante de compra, ele precisa de dinheiro para manter seu comércio. Por isso existem os passos que não são acompanhados pelo comprador, mas que são a parte mais importante de todo este processo.
    A empresa de crédito repassa o valor da compra para a conta do vendedor (com os descontos do serviço já efetuados). Caso o consumidor não pague sua fatura, o fornecedor do crédito fica no prejuízo. Por isso são cobrados juros sobre cada dívida não paga pelos assinantes do cartão.
    Rapidez e facilidade
    Esses juros, somados às pequenas porcentagens sobre cada transação realizada, são responsáveis pelos lucros que MasterCard, Visa, American Express e outras empresas deste ramo possuem.

    Como funciona a transmissão dos dados?

    Você já deve ter notado que as transações em terminais eletrônicos demandam a utilização de máquinas especialmente criadas para estas funções. Não é possível utilizar computadores para isso (apesar de iPods e iPhones serem compatíveis com aplicativos para transações bancárias com cartões), pois os mesmos não possuem estrutura para a criptografia dos cartões.
    Pela linha telefônica, os dados são enviados até a central financeira e, se aprovada a transação, novos dados são enviados como resposta até o terminal. Em suma, o processo é bastante similar à utilização da internet, mas em vez de os dados passarem por servidores, a ligação é mais direta: loja e empresa de cartões.

    E os cartões de débito?

    O funcionamento dos cartões de débito é basicamente igual, mas contam com um passo a mais. Em vez de pararem na empresa que fornece o crédito para os portadores do cartão, esta empresa repassa as informações para os bancos, que informam a existência ou não de saldo ou limite suficiente na conta do correntista.
    Direto da sua contac
    Se houver, a transação é completada e o dinheiro é enviado da conta do comprador para a conta do vendedor. Não havendo, a transação é reprovada e o consumidor não pode terminar a compra que estiver fazendo.

    Os benefícios dos cartões

    Inegável que o mundo está passando por uma crise de segurança pública. É difícil encontrar quem nunca tenha sofrido, ao menos, uma ameaça de assalto durante a vida. Por isso, abandonar o dinheiro em espécie é uma atitude que muito têm tomado nos últimos anos. Em vez de carregar várias notas para todos os lugares, a utilização de apenas um cartão é suficiente.
    Outra vantagem é o fim da necessidade de possuir dinheiro no momento da compra. Muitas empresas aceitam o parcelamento de produtos nos cartões de crédito, o que permite ao comprador uma maior flexibilidade na hora de pagar suas contas. Esse tipo de transação geralmente é associado a juros, mas para alguns casos eles são bastante compensadores.
    Muita tecnologia nos cartões
    Quem viaja bastante para países que utilizam moedas diferentes das que são utilizadas na nação de origem, pode contar com os cartões internacionais para acabar com a necessidade de câmbio monetário. Em vez de o turista levar reais para trocar por dólares, por exemplo, só é necessário passar o cartão e as conversões são feitas automaticamente.
    Por fim, existe a vantagem que os usuários do Baixaki mais apreciam: compras pela internet. Com cartões de crédito é muito mais fácil realizar transações com lojas virtuais, pois todo o incômodo de ir até o estabelecimento comercial para comprar os produtos ou pagar os boletos é eliminado.

    Cuidados são necessários

    Mas “nem tudo são flores” no mundo do crédito. Compras por impulso são o maior problema para qualquer portador. Quem é que nunca comprou alguns produtos sem ter a certeza de que poderia pagar as contas quando a fatura chegasse? O acúmulo de contas desse jeito pode gerar dores de cabeça enormes devido aos juros cobrados.
    Cuidado com suas compras
    Apesar de facilitar as compras pela internet, sempre existe o medo de que os cartões utilizados sejam clonados. Por isso, é de suma importância que todos os passos de segurança sejam seguidos da maneira mais racional possível. Recomenda-se a utilização de serviços como o PayPal quando transações forem realizadas com contrapartes desconhecidas.
    .....
    O Baixaki espera que todos tenham compreendido o funcionamento destes pequenos pedaços de plástico. Apesar do tamanho, são de suma importância para a movimentação do mercado mundial. Agora conte para nós quais foram suas impressões acerca deste artigo. Aproveite seu comentário para dizer com que frequência utiliza cartões de crédito e quais as principais vantagens deles para você.
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    Sites interativos para navegar pelo corpo humano

    O Google Body foi lançado há pouco tempo e foi bastante comentado na época, porém poucos sabem que ele não é o único serviço no qual é possível conhecer o corpo humano com um olhar mais aprofundado.
    É claro que, por ser suportado pela gigante Google, este serviço ganhou proporções muito maiores e recursos mais avançados - sem falar no visual bem mais moderno -, porém, outros “atlas” interativos do corpo humano estão à disposição online, alguns inclusive contando com jogos, para que você aprenda mais se divertindo! Confira a seleção que o Baixaki preparou e conheça os pontos fortes e fracos de cada um deles.

    Google Body

    Como qualquer outro serviço da Google, este não poderia deixar de ter um visual caprichado e funções avançadas. Apesar dos gráficos não serem perfeitos e do fato de que poucos browsers suportam o serviço, o Google Body tem tudo para se tornar o mais completo em pouco tempo, pois ainda está em fase de testes.
    Google Body
    Com ele, você pode navegar por todas as partes do corpo, através de “camadas” (pele, músculos, órgãos, ossos, etc...), rotacionar o modelo e aproximar o zoom para visualizar cada detalhe.

    Visible Body

    Bastante parecido com o Google Body, porém mais completo e com gráficos melhores, o Visible Body poderia ser a melhor alternativa desta lista, se não fosse pago. A versão demo do serviço permite que os usuários naveguem apenas pelo rosto e pescoço do modelo, porém mesmo assim já impressiona.
    Modelo do Visible Body
    Além de tudo, é possível visualizar ilustrações e animações completas e bastante didáticas sobre todos os sistemas do corpo, incluindo a pele e o sistema celular, além de ilustrações de equipamentos e procedimentos médicos.

    MEDtropolis Virtual Body

    Um pouco mais simples do que os outros, o MEDtropolis não possui gráficos sofisticados, e nem tem um modelo 3D do corpo humano, porém, possui algumas particularidades, como as “visitas guiadas” a alguns sistemas, que podem ser bem didáticos para professores e alunos.
    Jogo do MEDtropolis Virtual Body
    Além disso, existem joguinhos e animações, com textos explicativos. O único problema, neste caso, é o idioma, que varia apenas entre inglês e espanhol.

    eSkeletons

    Um pouco diferente dos outros, o eSkeletons não posui um mapa detalhado de todos os sistemas do corpo, porém a sua função é igualmente impressionante. Com ele, é possível visualizar com detalhes muito ricos todos os ossos do corpo humano, divididos em “setores”.
    visualização do eSkeleton
    As imagens não são ilustrações, elas são fotos de um esqueleto real da Universidade do Texas, em Austin, o que faz com que a experiência de aprendizado seja ainda mais rica. Com uma navegação intuitiva, ainda é possível visualizar o esqueleto completo de outros doze animais.

    DirectAnatomy

    Um dos mais completos serviços de navegação pelo corpo humano é o DirectAnatomy. Você pode descobrir muito mais sobre o funcionamento do seu organismo com essa ferramenta totalmente gratuita. A visualização é por “camadas” e bastante detalhada, com diversas opções extras, como a possibilidade de fazer anotações e marcações em pontos desejados.
    Modelo em camadas do DirectAnatomy
    Além disso, existem ilustrações explicativas para as principais funções do corpo, detalhando desde aspectos físicos e biológicos até traços psicológicos. Vale a pena para médicos, estudantes de medicina e interessados em aprender mais profundamente sobre o corpo humano.

    BBC Human Body & Mind

    Este serviço é um portal completo da BBC com navegações detalhadas pelo corpo e pela mente humana, contendo testes, jogos, ilustrações, artigos e muito mais. É uma boa fonte para trabalhos escolares e pode ser usado para entender melhor os seus limites.
    Jogo do BBC Human Body & Mind

    Artificial Anatomy

    O Instituto Smithsonian possui diversos serviços online nos quais você pode conhecer melhor o acervo dos seus museus sem precisar ir até lá conferir ao vivo. Um exemplo disso é o Artificial Anatomy, que contém fotos, explicações e um jogo utilizando o modelo em escala real do corpo humano superdetalhado que foi construído no instituto.
    Jogo do Artificial Anatomy
    É um serviço bem simples, mas vale a pena tentar fechar a brincadeira com Jerome, o modelo de papel machê sem errar nenhuma das 10 etapas. Veja também a galeria de fotos e a explicação sobre a construção dos modelos feitos pelo Smithsonian.
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    Casemod modificado de Chucky, o brinquedo assassino, é destaque na Campus Party

     Imagem baixaki
     Entre as muitas atrações e novidades da Campus Party Brasil 2011, uma das máquinas que mais têm chamado atenção do público é um Casemod inspirado em Chucky, o brinquedo assassino, personagem de sucesso dos filmes de terror da década de 80.
    Construído em madeira e com um trabalho completamente artesanal, a atração é propriedade do paulistano Osmar Majzoub. Entusiasta do gênero, Osmar decidiu montar o equipamento apenas por diversão e lazer. A escolha do personagem foi aleatória, mas o resultado final surpreende.
    "A única parte do processo que não fiz foi o gabinete em si, já que um profissional em marcenaria o desenvolveu", explica. O restante do trabalho, desde a montagem até a pintura, foi todo desenvolvido por ele. O projeto demorou cerca de seis meses para ficar pronto e o investimento apenas no gabinete foi de R$ 2 mil.
    Aficionado por jogos de alto desempenho, Osmar se declara fã mesmo do clássico Counter Strike 1.6. Entretanto, a configuração de sua máquina permite que jogue qualquer outro lançamento e com ótima qualidade. Por trás do visual de Chucky, o PC conta processador core i7 com overclock de 4.0 GHz, 6 GB de memória, duas placas de vídeo GTX 460, HD de 5 TB e refrigeração à água.

    ( FONTE: BAIXAKI )

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    REDUZA O USO DA CPU

    Aproveite todos os núcleos do seu processador e as facilidades do Windows para melhorar o desempenho do computador.
    Existem muitos programas que costumam consumir todo o poder de processamento das CPUs. É o caso de aplicativos de edição de vídeo e jogos de última geração. Evidentemente, não há como mudar o modo de funcionamento dos softwares, porém existem alguns truques que possibilitam um melhor aproveitamento do processador.
    E para isso não é preciso instalar nenhum programa extra, pois o próprio Windows fornece configurações no “Gerenciador de Tarefas” para melhorar o gerenciamento da CPU. Hoje vamos ensinar como configurar o sistema para um gerenciamento eficiente do processador. Todavia, antes é importante analisar como está o desempenho do seu PC.

    Meu processador está lento?

    Há algumas formas de analisar se a CPU está com problemas para trabalhar com seus aplicativos. A primeira é o seu bom senso, ou seja, caso você utilize seu PC com frequência e note que ele está mais lento do que o normal, pode ter certeza que algo está sobrecarregando o processador.
    Será que o processador está lento?
    A segunda etapa para verificar se o computador está com desempenho abaixo do esperado é conhecer os detalhes do seu processador e averiguar quais os softwares utilizados. Após ter conhecimento sobre o modelo da sua CPU, você pode saber o potencial dela.
    Um processador de núcleo único (como o Pentium 4, o Celeron, o Sempron e o Athlon 64) não é o mais recomendado para trabalhar com softwares de última geração. Não que estes modelos não estejam preparados para o Windows 7 ou Vista, eles até são capazes de executar os sistemas mais recentes, no entanto, aplicativos como o AutoCAD 2011, o Adobe Premiere e outros tantos não são programas leves.
    Modelo do processador
    Sendo assim, se você executa um dos softwares acima em um processador básico, notará facilmente uma lentidão para o processamento das atividades. Neste caso, não há como resolver o problema se não trocando a CPU. Todavia, se você utiliza programas leves e do mesmo jeito seu processador está muito lento, talvez seja melhor partir para a próxima etapa de verificação.
    A última, e talvez única, análise que realmente vai mostrar números sobre o desempenho do seu processador é facilmente realizada através do “Gerenciador de Tarefas”. Sendo assim, ao executar os aplicativos que você julga estarem afetando a CPU, execute os passos abaixo:
    1. Aperte as teclas Ctrl + Shit + Esc para abrir o “Gerenciador de Tarefas”;
    2. Acesse a aba “Processos”;
      Aba de processos
    3. Há algumas colunas identificando os processos, clique sobre a coluna “CPU” para visualizar quais aplicativos estão consumindo mais poder de processamento;
    4. Processos que estão utilizando a CPU
    Detalhe: caso você clique e todos os processos estejam indicando “0” como valor de processamento, clique novamente para visualizar a coluna em ordem invertida.
    Agora é preciso filtrar dentre os processos que apresentam maior porcentagem de uso da CPU, quais realmente estão afetando a usabilidade do computador. Caso algum processo esteja indicando valores acima de 97%, pode ter certeza que o aplicativo em questão é o grande causador dos seus problemas.

    Atenção especial com os processos do sistema!

    Dentre tantos processos, pode ser que você encontre alguns com nomes diferentes, como o “svchost.exe”, o qual tem múltiplas instâncias, ocupa uma quantidade de memória razoável e em alguns casos pode apresentar um pequeno uso da CPU.
    Este é apenas um dos processos do sistema, mas claro que existem outros. Identificá-los é muito importante e também é fácil. A maioria dos serviços estará sendo executado pelos seguintes “Usuários”: SYSTEM, LOCAL SERVICE e SERVIÇO DE REDE. Você não deve efetuar quaisquer alterações nestes processos, muito menos encerrá-los.
    Processos do sistema
    Caso você tente fechar algum processo importante, o Windows exibirá um alerta, mas se você tentar e o sistema não informar nada, pode ser que alguma função deixe de funcionar.

    Definindo a afinidade

    A “afinidade” é uma regra que pode ser configurada para cada aplicativo. Através deste detalhe, o sistema tem como saber qual núcleo vai trabalhar com quais processos. Por padrão, o sistema configura para que todos os aplicativos utilizem os núcleos igualmente, mas isso nunca acontece. Claro que, computadores de núcleo único não possuem meios para a utilização desta regra.
    A configuração manual da afinidade só é necessária quando algum aplicativo está causando a lentidão do sistema. No entanto, é importante ficar atento para um detalhe: limitar a afinidade de processamento de um software pode gerar resultados indesejados. Isso quer dizer que, se você configurar um jogo para ser executado apenas em um núcleo, terá uma experiência bem desagradável.
    Sendo assim, a configuração da afinidade pode ser útil em casos que o processamento intenso não seja obrigatório. Esse é o típico caso de conversores de vídeo, editores de imagem e outros softwares que não necessitem apresentar resultados em tempo real. Enfim, abaixo você confere como alterar esta configuração:
    1. Aperte as teclas Ctrl + Shit + Esc para abrir o “Gerenciador de Tarefas”;
    2. Acesse a aba “Processos”;
    3. Clique com o botão direito sobre o item que você deseja configurar;
    4. Definir prioridade...
    5. Abra a opção “Definir afinidade...”;
    6. Escolha o núcleo
    7. Uma nova janela vai exibir os núcleos do seu processador. Selecione um dos núcleos e clique em “OK”.
    Nota: não defina todas as afinidades para um único núcleo. Além disso, procure criar uma configuração em que os processos sejam executados por diferentes núcleos. Exemplo: se você definiu que um conversor de vídeo será executado no núcleo “CPU 0”, configure o navegador para ser executado no núcleo “CPU 1”. Assim, será possível utilizar os dois softwares sem notar grandes problemas de desempenho.

    Definindo a prioridade

    Como o próprio nome diz, a prioridade serve para que o sistema saiba quais processos são mais importantes. A configuração de prioridade só é necessária quando determinado aplicativo causa lentidão ou o travamento da máquina. Normalmente não é recomendado alterar a prioridade, pois esta modificação pode gerar problemas diversos na utilização dos programas.
    Veja como proceder para alterar a prioridade:
    1. Aperte as teclas Ctrl + Shit + Esc para abrir o “Gerenciador de Tarefas”;
    2. Acesse a aba “Processos”;
    3. Clique com o botão direito sobre o item que você deseja configurar;
    4. Posicione o mouse sobre a opção “Definir prioridade...”;
    5. Defina a prioridade
    6. Um menu é aberto, indicando as prioridades disponíveis. Selecione a prioridade desejada.
    Atenção: Nunca escolha a prioridade “Tempo Real”. Esta configuração pode gerar a instabilidade do sistema.

    Outros problemas...

    Acompanhou todas as dicas e seu PC continua travando? Então você deverá analisar outros fatores. Os vírus geralmente afetam o desempenho geral do computador, sendo assim, é importante utilizar um software de segurança para verificar se não é este o caso.
    Outro detalhe que pode atrapalhar na usabilidade do computador é a temperatura do processador. Para identificar se este é o problema, instale um programa de diagnóstico e verifique se a CPU não está quente. Caso não esteja, vale abrir o gabinete e efetuar uma limpeza ou até trocar o cooler. Alguns computadores vêm configurados para desligar quando a temperatura está muito alta, ou seja, talvez seu problema seja na parte de hardware.


    ( FONTE: BAIXAKI )
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    Worm Rixobot presente em sites com conteúdo adulto trava o computador e exige pagamento para o desbloqueio !

    O vírus ainda utiliza pendrives e mensageiros para se espalhar. Até o momento as estatísticas indicam prejuízo financeiro a mais de 2500 pessoas.






    A Trend Micro identificou recentemente que um malware chamado Worm Rixobot vem se espalhando pela web através de diversos meios. Segundo informações da empresa de segurança, os principais meios de contaminação são sites com conteúdo adulto, pendrives e mensagens instantâneas.
    A atuação do vírus é rápida e eficiente. Ele encerra diversos processos do Windows e trava o acesso a internet. Uma mensagem informa que para desbloquear o computador é necessário pagar 12 dólares através de uma SMS, para então receber uma senha de destravamento.
    As estatísticas da Trend Micro informam que através do vírus, o desenvolvedor já arrecadou cerca de 30 mil dólares. A quantia seria relativa aos 2500 usuários que tiveram coragem de pagar o montante exigido. O mais interessante é que esta quantidade foi gerada em pouco mais de um mês.
    Especula-se que muitas outras pessoas tenham sido afetadas pelo vírus e que alguns computadores estejam ou ainda serão contaminados. A Trend Micro informou que somente em Dezembro o Worm foi baixado quase 140 mil vezes — a grande maioria dos internautas é da Rússia. Não há informações ainda sobre quais softwares tem defesa para esta praga.


    ( FONTE: BAIXAKI )
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    Motorola Atrix: smartphone mais potente que muito netbook

    Saiba mais sobre o Motorola Atrix, o smartphone com Android que foi um dos principais destaques da CES 2011!
    Motorola Atrix, destaque da CES 2011
    Fonte da imagem: Divulgação / Motorola
    Antes da CES 2011 começar, um usuário do Twitter resumiu a feira em uma imagem que exibia o Android em diversos tamanhos e formatos. Como uma boa piada, essa tem lá seu pouquinho de verdade. O sistema operacional da Google foi a escolha de diversos fabricantes e apareceu em lançamentos de celulares e tablets de configurações variadas.
    Porém, em meio a tantos lançamentos, teve um que se destacou e foi considerado como uma das estrelas do evento: o Motorola Atrix. E já adiantamos: a fama não veio por acaso. O novo smartphone da Motorola tem recursos e atrativos de sobra, chegando inclusive a tornar tênue a linha que separa smartphones e computadores portáteis.
    Duvida? Então dê uma olhada em algumas especificações do aparelho que promete levar qualquer aficionado por tecnologia à loucura:
    • 1 GB de memória RAM: para começar, o Atrix tem tanta memória RAM quanto o computador pessoal de muita gente. Se 1 GB de RAM já é razoável para um computador de mesa, imagine para um smartphone, dentro do seu bolso;
    • Processador dual core de 1GHZ: além de muita memória, o Motorola Atrix também tem poder de processamento acima da média. O smartphone está equipado com um processador NVIDIA Tegra 2 dual core de 1GHz, que promete tornar a navegação na internet muito mais rápida e possibilitar o desenvolvimento de jogos com gráficos excelentes;
    • Câmera de 5 megapixels:  a câmera principal do Atrix é capaz de tirar fotos com uma resolução de 2592 х 1944 pixels e gravar vídeo em 720p, com 30 fps. Além disso, o smartphone conta com foco automático, flash de LED, sistema de estabilização de imagem, geo-tagging, e uma câmera frontal secundária (VGA) para vídeo-chamadas;
    Motorola Atrix
    Fonte da imagem: Divulgação / Motorola
    • Display qHD de 4”: a tela do novo smartphone, além de alcançar a incrível resolução de 540 x 960 pixels, é também touchscreen capacitiva, como a do iPhone. Com ela, o usuário pode assistir a vídeos full HD (1080p) e usar o smartphone, sem problemas, tanto em ambientes internos quanto externos. O usuário também pode contar com a resistência do Gorilla Glass, que oferece mais durabilidade aos displays de dispositivos móveis;
    • Biometria: ter um smartphone é carregar parte da sua vida pessoal e virtual dentro do bolso. Por isso, um pouco a mais de segurança não parece nada ruim, certo? O Motorola Atrix possui um leitor biométrico capaz de reconhecer a impressão digital do dono;
    • Bateria de 1930 mAh: com tantos recursos é essencial que a bateria do aparelho tenha uma boa duração. De acordo com os cálculos que circulam pela internet, a bateria do Motorola Atrix é capaz de aguentar 9 horas de conversação ou 250 horas em stand-by;
    • O Motorola Atrix mede 11,78 cm x 6,35 cm x 1 cm. Nada mal se levarmos em conta o poder de fogo do aparelho, que pesa 136 gramas;
    Motorola Atrix: até 48 GB de armazenamento!
    Fonte da imagem: Divulgação / Motorola
    • Até 48 GB de armazenamento: embora o Atrix tenha 16 GB de memória interna, o usuário pode expandi-la para até 48 GB com o uso de um cartão microSD, capaz de armazenar milhares de fotos, vídeos e músicas.
    • Android OS 2.2: o smartphone sai de fábrica com o sistema Androido versão 2.2, lançado em maio de 2010 e baseado no kernel 2.6.32 do Linux. Destaque para o suporte do sistema ao Flash 10.1, que proporciona um aproveitamento melhor dos sites que usam a tecnologia da Adobe;
    • Conectividade: 4G, Wi-Fi 802.11 b/g/n, GPRS, EDGE, Bluetooth 2.1 e porta microUSB 2.0.
    • Extras: porta HDMI; microfone com redução de ruído; bússola digital; suporte para os formatos MP3, WAV, WMA e eAAC+; capaz de reproduzir vídeos de até 1080p nos formatos MP4, H.263, H.264.WMV, Xvid e DivX; integração com MySpace, Twitter e Facebook; total compatibilidade com os serviços Google Search, Maps, Gmail, YouTube e Google Talk; comandos de voz; Adobe Flash player 10.1; editor de fotos e de documentos; rádio FM.

    O smartphone que se transforma em laptop

    O Atrix também pode ser usado como um centro de mídia!
    Fonte da imagem: Divulgação / Motorola
    Para o deleite do público, as novidades não acabam por aí. Com os acessórios vendidos pela Motorola, o Atrix pode ser “transformado” em outros aparelhos, como laptops e centros de mídia.
    Isso é possível através dos três modelos de docks anunciados até então. Ao acoplar o Atrix no HD Multimedia Dock, por exemplo, o usuário pode conectar o telefone a um monitor ou televisor HD, possibilitando que a imagem seja visualizada em uma tela maior. Além disso, também é possível usar periféricos, como teclados e mouses USB.
    Transforme o Atrix em um laptop!
    Fonte da imagem: Divulgação / Motorola
    Já o Laptop Dock “transforma” o smartphone da Motorola em um laptop. Ao acoplar o Atrix no dock, o usuário pode usar uma tela LCD e um teclado QWERTY para navegar na internet e realizar outras operações através do telefone, como se estive em um laptop normal. Por ter uma espessura muito fina, o dock acaba se tornando um ótimo substituo aos netbooks.
    Dock para veículos altera a interface do Atrix!
    Fonte da imagem: Divulgação / Motorola

    Quem quiser também pode transformar o smartphone em um computador de bordo, acoplando-o ao Vehicle Dock. Assim que o Atrix reconhece o dock, ele apresenta uma nova interface, que facilita o acesso às aplicações para o motorista.
    O lançamento do smartphone está previsto para o primeiro semestre nos Estados Unidos e a partir de abril para o Reino Unido.

    ( FONTE: BAIXAKI )
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